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Clã vive momentos de enriquecimento pessoal em atividade em Itália.
Artigo publicado a 2017-09-18 /// 1008 visualizações
 
“Verso L’alto”
Ação de serviço em campo de refugiados leva caminheiros a Itália, com o Beato Pier Giorgio Frassati como figura de referência.
O Clã 53 do Agrupamento 312, Louro, da região de Braga, composto por 18 caminheiros, três dirigentes e um candidato a dirigente, aventurou-se na sua primeira atividade internacional com destino a Itália. O projeto teve como nome “Verso L’alto” e como figura principal o Beato Pier Giorgio Frassati.

A aventura durou oito dias e teve dois pontos altos: o serviço num campo de refugiados e a visita ao túmulo de Pier Giorgio Frassati. Aquando do primeiro dia de serviço no campo de refugiados “Centro Polifunzionale CRI, Settimo Torinese, o estado era de nervos e ansiedade, pois os participantes não sabiam o que iriam encontrar no local, mas, depois de lá estarem e de verem os sorrisos de todos os que lá “moravam”, sentiram que tinham cumprido o dever e que estar ali era a coisa mais acertada que tinham feito. No segundo dia de serviço, foram já sem medo e com vontade de marcar a diferença na vida de todas aquelas pessoas que anseiam todos os dias por algo melhor. Os elementos do Clã ajudaram nas cantinas, no call center, na distribuição de bens, na limpeza e ainda lhes ensinaram jogos e brincaram com eles. Foram dois dias intensos, de partilha e enriquecimento pessoal, onde se mostrou que a cor vermelha é a cor do servir.

O segundo ponto alto da viagem foi a visita ao túmulo de Pier Giorgio Frassati, figura principal do projeto e modelo a seguir pelo Clã, (activista católico italiano, modelo do jovem leigo, significativamente popular nas décadas seguintes à sua inesperada morte, sobretudo nas Conferências de São Vicente de Paulo e na Ação Católica) que ficava na Catedral de Turim, que também é o local onde se encontra o Santo Sudário.

O Clã aproveitou para visitar toda a cidade de Turim com passagem também em Milão e Florença. Foram ficando a dormir em sedes de escuteiros e paróquias. Num dos oito dias da viagem, subiram uma das montanhas dos Alpes Italianos. A união e a amizade entre o Clã foram nítidas, mostrando que nada se consegue sem esforço, mas que todo o esforço é recompensado.

A aventura terminou e o sentimento ao chegar a Portugal foi de felicidade, no sentido mais puro da palavra. Voltou um Clã mais rico e com uma enorme vontade de repetir a experiência.

Texto de: Mariana Allen.Fotografia de: Sérgio Gonçalves .
 
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