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Voluntários do CNE: o aprender a servir o próximo, sem estar à espera de recompensa.
Artigo publicado a 2017-12-05 /// 3435 visualizações
 
Sabes o valor económico do Voluntariado no CNE?
No dia dedicado ao voluntário relembramos um estudo sobre o valor económico do voluntariado.
A importância do voluntariado no CNE não se resume somente ao seu valor económico. Embora seja muito difícil apurar o valor social deste tipo de voluntariado, apontam-se aqui alguns impactos: Por exemplo, vários estudos indicam que o voluntariado dos pais é um dos determinantes do voluntariado dos filhos.

O valor social do trabalho no CNE é muito maior do que o seu valor económico. O CNE, como organização, sente uma clara vocação/apelo pela assistência social e apresenta uma estabilidade importante em relação ao tempo sendo considerado por alguns autores como uma organização com uma lógica de funcionamento adulto. Adultos e jovens trabalham em conjunto para um objetivo comum. Isso permite o desenvolvimento do trabalho com diversas pessoas e um acesso mais facilitado ao capital social e a relações sociais aumentando a sensação de conexão com a comunidade e instituições públicas que, por sua vez, são fortes preditores de envolvimento cívico, de confiança social) e de envolvimento dos jovens na mudança da comunidade.

O impacto social do trabalho voluntário pode ser analisado em três dimensões: valor para a comunidade, valor para a organização e valor para o próprio voluntário.

Valor para a comunidade: o serviço voluntário encoraja as pessoas a serem cidadãos responsáveis e proporciona-lhes um ambiente onde eles podem ser envolvidos e fazer a diferença. O voluntariado influencia a solidariedade, capital social e qualidade de vida numa sociedade. Pode servir como um meio de inclusão e de integração social. Valor para a organização: O CNE não seria capaz de desenvolver o seu trabalho sem o apoio dos seus voluntários. Valor para o voluntário: Os voluntários sentem o conforto de serem capazes de fazer algo para ajudar e ficam orgulhosos por ter algo a oferecer à sociedade. Eles valorizam o reconhecimento que recebem das pessoas na sua comunidade, aprendem novas habilidades e têm um forte sentido de pertença a uma organização solidária.

Estas são apenas as conclusões do estudo de duas catedráticas, uma delas a escuteira, Olga Cunha.

Podes consultar o estudo aqui

Editado por : Susana Micaela Santos. Fotografia de: Arquivo Flor de Lis.
 
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